quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O QUE É ROMANTISMO ?


O que você entende por romance?




A palavra romance é difícil ser definida pois não é uma ciência exata e nem uma forma específica de arte. Também não se aplica somente a casais. Eu diria que é uma atração emocional, objetivando uma época marcante na vida, uma nostalgia relativa a um lugar, pessoa, etc. Ou algum evento partilhado com alguém. Romance é fantasia, emoção, um deleite não racional. Chegam a ocorrer altos e baixos, porém é uma fase em que chegamos a nos sentir mais exuberantes. Há mais música, poesia, cores e novos significados nas situações.

Com o passar dos anos, fica mais difícil o casal ser romântico

Para que haja uma continuidade do romance dentro do casamento, é necessário o casal investir e trabalhar em seu relacionamento. O romantismo é como uma planta. Para que ela permaneça bonita e viçosa, precisa ser cultivada, receber cuidados como água, sol, sombra, fertilizantes, etc. Muitos casais entram no casamento pensando que o romantismo irá perdurar, por si só, até o final da vida. A realidade e as exigências do relacionamento conjugal tendem a diminuir o brilho do convívio. Uma comunicação aberta, diálogo, solução de conflitos e pequenos passos para agradar um ao outro podem manter o romantismo.
Ser romântico é algo que precisamos aprender
Algumas pessoas, por natureza, são mais românticas que outras. Elas já possuem essa tendência natural, sendo mais fácil para elas terem atitudes românticas. Por outro lado, as pessoas que são mais frias e racionais precisam aprender a manter o romantismo que não lhes é natural. Cada ser humano tem maneiras diferentes pelas quais se sente amado.
Por exemplo: um aprecia palavras de encorajamento, outras palavras de elogio, já outros necessitam algum tipo de toque, e há também aqueles que se sentem amados ao receberem um presente, por mais simples que seja. Marido e esposa devem observar-se mutuamente e distinguir a forma através da qual o outro se sente mais amado e utiliza-la para manter um clima de romantismo no casamento.
Por que o romantismo e importante para a vida conjugal?
O casamento tem a tendência de tornar-se chato, enfadonho e monótono, de forma que o próprio sentimento de amor pode acabar indo embora. A decisão (e a pratica) de cultivar o romance, alem de manter o relacionamento mais leve e gostoso, também e uma forma de proteção contra a infidelidade conjugal.
Dificuldades do romantismo no casamento

Uma agenda super lotada (sem tempo para momentos íntimos e significativos com o conjugue); conflitos não resolvidos (falta de transparência pode corroer a espontaneidade); falta de perdão (causa o crescimento de um muro de indiferença); etc...

A falta de romantismo é um sinal de que o amor esta esfriando ?



Entendo que o romantismo de dois jovens caminhando para o casamento é diferente do romantismo de um casal com 30 anos de casados. O primeiro pode ser comparado a um rio de águas rápidas e agitadas e o segundo a um rio de águas calmas e profundas. Nenhum casal agüentaria muitos anos com o tipo de emoção e ebulição do inicio do casamento.
Procuro ser romântico

Casei-me com uma mulher maravilhosa e estamos juntos há mais de 34 anos. Durante esse tempo, tenho percebido que há momentos em que estamos mais românticos do que em outros. Isso e normal. Nós dois vivemos inventando formas de preservar nosso romance (cada casal deve criar as suas). Deixe-me contar algumas: um belo dia planejamos um jantar em outra cidade; em ocasiões oportunas vamos em alguma pousada em nosso sul de Minas cheio de montanhas, pelo menos uma vez por ano vamos ao litoral; caminhamos na areia de mãos dadas, dou presentes inesperados sem ser em época de aniversário, quando ela menos espera dou um beijo ou um abraço com sensualidade. Outra coisa que pode cultivar o romance e uma lagrima derramada ao compreendermos a dor um do outro. Tudo isso tem sido formas de manter o romance em nosso casamento.

Podemos ser românticos dentro de nossas posses. Uma flor apanhada no campo pode ser tão significativa (ou ate mais) que seis dúzias de rosas entregues por uma floricultura!




Devemos usar de criatividade, boa vontade e amar sem reservas.

Pr. Celso Rossi

Quebrando a Rotina no Casamento


Duas coisas podem ser feitas imediatamente, e irão gerar bons frutos.
A primeira é com relação às expectativas. Elas precisam ser explicitadas. Inicialmente para mim mesmo.
Será que não estou herdando expectativas de meus pais em vez ter as minhas?
Quais foram as expectativas com que você iniciou o seu casamento?
Quais foram as expectativas realizadas e cumpridas (temos a tendência de achar que nada de bom aconteceu)? Juntos poderão ver o que

fizeram com expectativas não realizadas e não cumpridas.
Como vocês resolveram as mágoas resultantes de frustrações no casamento?
Quais são as expectativas que você tem ainda hoje a respeito do casamento?
Mas nada disso vai acontecer se não tiverem uma comunicação franca e sincera. Evidentemente certos assuntos criam medo, ansiedade, dúvida ou raiva. Mas com algumas estratégias todos os sentimentos, desejos, expectativas poderão ser expressos adequadamente, sem gerar traumas ou danos irreparáveis.

PASSOS:
1. Falem sem raiva ou hostilidade. Baixem a voz em vez de levantá-la.
2. Sejam claros e específicos. Pensem ao falar, e digam claramente o que querem dizer.
3. Sejam positivos e apreciativos. Nada de buscar faltas, culpar ou julgar.
4. Sejam corteses e respeitosos mesmo quando não concordem entre si.
5. Percebam as necessidades e sentimentos um do outro.

Agora algumas diretrizes para se tornarem bons ouvintes:

1. Demonstrem interesse um pelo outro. Mantenham bom contato visual e respondam com um sorriso ou meneio da cabeça.
2. Usem frases apropriadas para mostrar acordo, interesse ou compreensão.
3. Formulem bem perguntas que demonstrem interesse e encorajamento para falar.
4. Quando pensarem que vocês acabaram de ouvir, ouçam 30 segundos mais.

Pr. Celso Rossi

Fazendo o Casamento durar



Obedecer a Palavra de Deus

O Apóstolo Paulo diz que a esposa está “sujeita” a seu marido enquanto ele viver. “Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido” (Romanos 7:2).
O princípio que podemos perceber aqui é de que alguém tem que morrer antes que o casamento acabe. Este é a visão de Deus, e freqüentemente não se relaciona com a realidade do casamento nos dias de hoje. Em nossa sociedade moderna, o casamento termina em divórcio mais de 51% das vezes. Isto significa que mais da metade dos casais que fazem os votos de que “até que a morte os separe” não chegam a tal ponto.

Então, a pergunta se torna: o que pode o casal fazer que garanta que seu casamento será “até que a morte os separe”?
A primeira e mais importante questão é a da obediência a Deus e Sua Palavra. Este é um princípio que deveria ser enfatizado na vida antes do casamento e enquanto o homem e a mulher ainda estão solteiros. Deus diz: “Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3). Para o crente nascido de novo, isto significa jamais começar um relacionamento sério com alguém que também não seja crente. “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (II Coríntios 6:14). Se este único princípio fosse seguido, pouparia-se muita dor de cabeça e sofrimento mais tarde no casamento.
Outro princípio que protegerá a longevidade do casamento é o de que o esposo deve obedecer a Deus e amar, honrar e proteger sua esposa como faria com seu próprio corpo (Efésiso 5:25-31). O outro lado da moeda é que a esposa deve obedecer a Deus e se submeter a seu próprio marido “como ao SENHOR” (Efésios 5:22). O casamento entre um homem e uma mulher é uma ilustração espiritual do relacionamento entre Cristo e a igreja. Cristo deu a Si mesmo pela igreja e Ele a ama, honra e protege como Sua “noiva” (Apocalipse 19:7-9).
Quando Deus trouxe Eva a Adão no primeiro casamento, ela foi feita de sua “carne e ossos” (Gênesis 2:31) e se tornaram “uma só carne” (Gênesis 2:23-24).
Este é um conceito que foi perdido em nossa sociedade moderna. Tornar-se uma só carne significa mais do que apenas uma união física. Significa um encontro de mente e alma para formar uma unidade. O relacionamento vai muito além de atração sensual ou emocional e entra na esfera da “unidade” espiritual, que somente pode ser encontrada quando os dois se rendem a Deus e a si mesmos.
Este é um relacionamento que não é feito de “eu ou meu”, mas de “nós e nosso”. Este é um dos segredos em se ter um casamento duradouro. Fazer que um casamento dure até que a morte leve um ou outro e os separe é algo que os dois devem priorizar.
Solidificar o relacionamento vertical com Deus faz muita diferença em garantir que o relacionamento horizontal entre marido e esposa seja duradouro e que também glorifique ao SENHOR.


Pr. Celso Rossi

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A crise da igreja evangélica no Brasil

A igreja evangélica vive hoje uma crise muito grande. Vemos diversos absurdos sendo pregado em púlpitos onde deveria realmente ser pregado o verdadeiro e simples evangelho que Cristo nos deixou. Mas ao invés desse simples evangelho, existem coisas que realmente são estranhas, doutrinas criadas por homens, liturgias que se aproximam mais de um ritual afro-Brasileiro do que das verdades de Cristo.
Certo dia eu estava em casa lendo uma matéria na internet, quando de repente algo me chama a atenção. Um pastor da Universal estava comentando que para se alcançar as bênçãos de Deus para a vida os membros da igreja teriam que tomar um banho de descarrego. Isso é um crime contra Deus e sua Santa Palavra. Onde temos embasamento bíblico para tais coisas. É um absurdo sem fim.

Deixo aqui meus parabéns para o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil. As igrejas Neo-Pentecostais estão em um caminho de muitas aberrações. É uma doutrina espúria e sincretista. São igrejas que só ensinam seus adeptos a juntarem tesouros na Terra e ajudarem a enriquecer os seus líderes. Igrejas que só visam seus lucros financeiros. São na verdade lobos em peles de cordeiros.
Outro tipo de coisa que está infectando ainda mais a igreja é o chamado movimento Gospel. Esse movimento realmente veio para deformar a igreja. É um movimento que está sendo aderido pela maioria dos famosos, e por culpa desse movimento a igreja de Cristo está cada vez mais se secularizando e deixando Cristo para trás e fazendo a vontade de um bando de jovens que não querem compromisso nenhum com a igreja nem com o Deus da igreja. Cantores e cantoras querendo mídia e lucros.
Líderes que abusam do poder, levam dinheiro para o exterior, prostituem e treinam as Igrejas a conviverem com isto, perdendo a autoridade espiritual de ensinar caráter nas Igrejas por não praticarem.
Lembro-me na época em que eu era jovem que os cultos que aconteciam aos sábados tinham conteúdos bíblicos e doutrinários para os jovens realmente se compromissarem com Cristo. Mas hoje em dia o que temos é igreja com jogo de luzes, gelo seco e muita bagunça. Estamos na verdade tomando a forma do mundo.
Romanos 12:2 diz, “ E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita a palavra de Deus.”
Devemos realmente voltar para o verdadeiro, puro e simples evangelho de Cristo, deixando de lado tanta meninice e heresias que temos visto hoje em dia nas igrejas. Temos também que deixar de lado os amuletos que usamos para "abençoar" coisas e pessoas. Amuletos como: Rosa Ungida, Água fluidificada, banho de sal, banho de descarrego e tantas outras coisas que não servem de nada.
Vamos realmente voltar ao primeiro amor!!!!

terça-feira, 31 de maio de 2011

A BOA PALAVRA NÃO AGRADA

Mas a boa Palavra Liberta.
Todos nós gostamos de receber elogios, faz parte da nossa natureza, isto acontece desde que nascemos. Até a criança de colo gosta de elogio, está em nós, faz parte da nossa vida.
Gostamos que alguém diga que o que estamos certo, mesmo quando estamos errados. Queremos que alguém diga que, o que estamos fazendo, a forma como estamos fazendo esteja certo, mesmo que esteja errado, é assim mesmo, faz parte de nós.
Devido aos problemas espirituais, conjugais, sociais, culturais, problemas de saúde, tudo isto nos deixa mais carentes, e nos faz querer coisas boas, carinho, atenção, palavras boas, palavras que levante o nosso ânimo, que nos anime, como diz o mundo, palavra que levante o nosso astral, como nós não somos do mundo, esta frase não cabe para nós, na verdade nós não gostamos de ser confrontados, o confronto mexe com o nosso ego, e na maioria das vezes nos acorda, abre os nossos olhos. Rm. 13: 11 e 12
,,,,,,; Ef. 1: 18. Quando saímos de casa para irmos a igreja Sl. 122: 1.
Sempre tem algo errado em nós, alguém pode dizer comigo não, na minha vida não tem nada de errado Rm. 3: 10; Rm. 3: 23 estamos em casa errado pensando que estamos certo, vamos para o culto com a vida errada pensando que estamos certos, chegamos na igreja com a vida errada pensando que está tudo certo. A palavra no culto vem para aumentar nossa estima, vem para nos agradar, alimentar o nosso ego, vem mostrando que estamos certos, o que acontece, saímos da igreja achando que estamos e que Deus está do nosso lado, chegamos em casa errado, achando que estamos certos, vamos continuar errado e errando cada vez mais e desta vez achando que temos o consentimento de Deus para continuar errando.
A palavra que nos agrada, nos engana Jõ. 6: 60 e 68 têm como objetivo extrair de nós as emoções positiva Is. 5: 20 tirando de dentro de nós, as glórias, os aleluias, as línguas estranhas, estas palavras são sábias I Co. 1: 19 e 20. Pois elas nos agradam, elas vêm de acordo com as nossas necessidades, ou seja, de acordo com o nosso ego. Mas estas palavras não nos ajudam, e sim nos prejudica, alguém pode dizer, mais irmão quer dizer que a palavra que levanta o nosso animo, que nos agradam elas não vem de Deus, claro que são, só que esta Palavra não deve ter como objetivo mexer com as nossas emoções e sim glorificar e exaltar o Senhor Jesus e o nosso Deus, e não nos incentivar alimentando nosso ego. Por que a Palavra de Deus ela não vem para nos agradar e sim nos confrontar, a Palavra de Deus ela vem como luz. II Co. 2: 1–4; ela vem para iluminar as trevas que estão ocultas dentro de nós, Lc. 12: 2; Ap. 10: 9 e 10, trevas estas que precisam ser tiradas.

A Palavra de Deus não tem como objeti
vo nos agradar, mas sim nos libertar
Jõ. 8: 31 e 32; Jõ. 17: 17; nos salvar libertando do pecado que faz morada dentro de nós Rm. 7: 15: 24; Jõ. 1: 1-14; Jõ. 7: 16 e 17. A Palavra veio para nos lavar Ef. 5: 25 e 26, nos purificando das imundices do mundo, da carne, do pecado e do diabo I Jõ. 2: 15 e 17; Gl. 15: 16 -21, Rm. 6: 11-14; I Pd. 5: 8 e 9.
A Palavra é o amor de Deus que veio para nos aperfeiçoar I Co. 13: 1-13; Ct. 8: 7. Em fim chego a conclusão que a Palavra que exalta Deus, engrandece o nome de Jesus é digna das nossas glorificações, dos aleluias, e das línguas estranhas, mas a Palavra que nos confronta deveria ser mais merecedora doas nossas glorificações, dos aleluias e das línguas estranhas, pois esta Palavra traz para nós a certeza que Deus nos ama e quer nos aperfeiçoar. É a Palavra que não nos agrada, que é o nosso passaporte para a vida eterna, por isso, quando você escutar uma Palavra que venha confrontar o seu EGO, lembre-se é Deus te lavando, limpando para você entrar no Céu. Zc. 3: 1-7; Ap. 3: 4,5; Ap. 6: 10e 11; Ap. 7: 9.

Mudança da Lei e a Lei da Graça

Em Romanos 3:31, nos diz: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a Lei”. Baseados nesse texto nos é afirmado pelos Adventistas que a Lei não foi abolida e que “Lei” se refere ao Decálogo (Os dez mandamentos Êx. 20). Pois bem, seguindo esse suposto raciocínio (pois o texto acima precisa ser analisado no seu contexto), leiamos:
“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da Lei”(Hb.7:12).
Nesse capítulo sete de Hebreus trata-se da mudança de sacerdócio, ou seja, do arônico para o de Melquisedeque: “segundo a ordem de Melquisedeque”, então vemos que, de acordo com os Adventistas, que afirmaram que em Rm.3:31 a lei é o decálogo, então o é aqui também, pois pode até ser o mesmo Paulo que esteja falando. Sendo assim toda a Lei, inclusive o decálogo foi mudado. Vejamos em II Cor. 3:14: “Mas os seus sentidos foram endurecidos. Porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido (Abolir significa: “Revogar, anular, extinguir, suprimir”). Então surge a pergunta: Ficamos sem Lei? Podemos fazer o que quisermos? A resposta é: Negativo, não ficamos sem Lei, mas recebemos junto com o novo pacto uma lei mais tremenda e superior (Hb.8:6) do que algum Adventista jamais sonhou. Leiamos em Romanos capítulo 8:2
“Porque a Lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da Lei do pecado e da morte”. Romanos 8.2
Aleluia! A nossa nova Lei é a do Espírito de Vida, pois que anda no Espírito não entra em condenação (Rm.8:1), estamos na Graça – na Dispensação do Espírito Santo, leiamos: “Como não será de maior glória o ministério do Espírito”(IICor.3:8). Lá em romanos nos fala de uma lei, a do pecado e da morte (Rm.8:2), vejamos que lei é esta.
“O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da Letra (lei), mas do espírito; porque a letra(lei) mata e o espírito vivifica. E, se o ministério da morte, gravado em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, como não será maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para a glória, muito mais é em glória o que permanece”.
Então, de acordo com Paulo, qual era o ministério da morte? Paulo diz que era o gravado nas tábuas dada a Moisés, ou seja, o Apóstolo mais consagrado da Bíblia esta afirmando que a Lei dada no monte Sinai era o ministério da morte e transitório(passageiro). Por isso nos é deixado claro que a Graça é outra coisa, é a realidade da sombra. Vejamos:
“Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados (sabbaton, referindo-se ao sétimo dia), que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).
Aqui Paulo mostra que a Velha aliança era apenas uma sombra e nessa realidade nos vemos o Decálogo representado pelo quarto mandamento – E tudo isso era sombra de uma realidade bem mais elevada e espiritualizada.
QUAL É A REALIDADE DO SÁBADO?
Se o Sábado é uma sombra há uma realidade. Não quero fazer apologia do Domingo, que é certamente e literalmente tido como o dia do Senhor (Ap.1:10), mas precisamos entender a revelação. O texto de Colossenses nos afirma que as sombras do vrs.16 é Cristo e sendo assim concluímos que Cristo é a realidade do Sábado. Isso é tão verdade que o autor aos Hebreus o confirma:
“Porque nós, os que temos crido (em Cristo), entramos no repouso (Sábado ou descanso)… Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia”(Hb.4:1-4).
Ou seja, o autor aos hebreus está dizendo que o nosso descanso ou Sábado é Cristo Jesus, por isso o Senhor se declara Senhor do Sábado (Mt.12). A realidade sabática é viver em Cristo – o nosso descanso, e não ficar “legalistamente” guardando um dia, pois quem tem Jesus tem a realidade.
“Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).
Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os adventistas costumam argumentar que a palavra “Sábado” não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais. Sendo assim é difícil para os Adventistas sustentar a sua doutrina sabática, desde que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser tido como “sombra” ou símbolo preparatório de bênçãos espirituais e não dogmas legalistas (vrs.17).
A LEI DO VELHO PACTO ESTÁ VIVA E NÓS MORTOS
Vejamos isso:
“Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo tempo que vive… Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, afim de que demos fruto para Deus (Rm. 7:1,4)
“Ora, se já morremos com Cristo, cremos que com ele também viveremos (Rm.6:8).
Essa é a revelação, a Lei, o Velho Pacto estão vivos, mas somos nós que morremos com Ele pela fé e assim vivemos uma nova Dispensação. É tão simples que só não entende quem não quer entender. Não há necessidade de ficarmos supondo e supondo, e sim crermos no Apóstolo dos Gentios e aceitarmos a Graça de Deus. Se os “Sabalotras” querem guardar a Lei, nós não temos essa necessidade.
“…a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hb.7:12), no NT, para o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De fato, ele é também conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo gentio e judaico, a partir do pentecostes era a ressurreição de Jesus (At.2:32). O ressurgimento de Cristo era a comprovação de Deus, perante o mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a maldição da morte.
O sacrifício expiatório eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma nova época ou dispensação da Igreja (Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor(I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa (Mt.26:17-30; Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo concerto, pacto, aliança)”. A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar(Jo.19:30, Veja Levítico), o sacerdócio(arônico) (Êx.28), foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a ordem de Melquisedeque”(Hb.7) e fez com que cada crente se torna-se um sacerdote (Ap.1:5), também o quarto mandamento, dentre os dez, que pelo menos em parte tinha natureza cerimonial(Cl.2:16-17), deveria ser substituído por outro símbolo, mais apropriado à nova dispensação – O DOMINGO “Dia do Senhor”.
Os Dez Mandamentos e a Lei de Cristo o “grande” argumento adventista é que; “os dez mandamentos não foram abolidos, por terem sido escritos nas tábuas, e por isso devemos guardar o sábado que é o quarto mandamento”. A questão é tão complexa que não daria para explanarmos tudo neste breve compêndio, mas precisamos salientar dois pontos cruciais para que o leitor pense e tire suas conclusões:
• Os adventistas argumentam que os textos de Ex. 20 se encontravam escritos nas tábuas trazidas por Moisés (vejam a foto do livro “Reflexões Sobre o Sermão da Montanha, pág.45)”. Isso, embora pareça certo, não é a verdade e os adventistas bem o sabem. A verdade é que o relatado em Ex.20 e Dt. 5 sobre os 10 mandamentos (que nem são idênticos em seus relatos) não se encontravam nas tábuas que Moisés trouxera do monte, pois assim descreve a Bíblia:

“E ali esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites… e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as Dez palavras” (Ex.34:28 – ARA. Obs: A corrigida traz a frase dez mandamentos, mas no seu rodapé coloca uma nota informando ser dez palavras). A verdade bíblica é que os dez mandamentos, além de fazerem parte da Lei, pois “Lei Mosaica e Lei de Deus” são as mesmas coisas – “Sendo que só há um legislador” (Tg.4:12), não se encontrava como afirmam os adventistas. Estamos explicando tudo isso para que o leitor entenda que o argumento que o decálogo é imutável até mesmo por Jesus não tem fundamento. Acredito que o que está descrito em Ex.20 e Dt.5 foi uma interpretação das palavras escritas nas tábuas. Por isso Jesus, como filho de Deus e messias, podia trazer para os homens uma melhor e mais espiritual interpretação do decálogo – e assim o “Rei dos Reis” procedeu.
• Outro ponto é que toda vez que os Adventistas lêem “mandamentos” no NT eles associam a palavra com o decálogo e quem conhece a Palavra sabe que isso é uma inverdade. Veja o que o NT quer dizer quando fala de mandamentos: disse Jesus – “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”; “Aquele que tem os meus mandamentos” (João 14:15 e 21); “… relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo…” (At.1:1-2). Entendamos que os discípulos sabiam muito bem o decálogo e todo o mais da Lei, mas a Bíblia diz que Jesus deu novos mandamentos , mandamentos estes que estão implícitos em todo o NT para que por eles vivêssemos nesta Nova Aliança. A Nova Aliança tem uma Lei própria – A LEI DE CRISTO OU A LEI DO ESPÍRITO (Rm. 8:2; ICor.9:21; Gl.6:2; Rm.3:27). É por essa Lei e no cumprimento desses Mandamentos que nós vivemos e exercemos a graça de sermos verdadeiros Cristãos. Lembremo-nos da exortação paulina:
“Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco… De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes”
(Gl. 4:10-11; 5:4).
Em Romanos 3:31, nos diz: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a Lei”. Baseados nesse texto nos é afirmado pelos Adventistas que a Lei não foi abolida e que “Lei” se refere ao Decálogo (Os dez mandamentos Êx. 20). Pois bem, seguindo esse suposto raciocínio (pois o texto acima precisa ser analisado no seu contexto), leiamos:
“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da Lei”(Hb.7:12).
Nesse capítulo sete de Hebreus trata-se da mudança de sacerdócio, ou seja, do arônico para o de Melquisedeque: “segundo a ordem de Melquisedeque”, então vemos que, de acordo com os Adventistas, que afirmaram que em Rm.3:31 a lei é o decálogo, então o é aqui também, pois pode até ser o mesmo Paulo que esteja falando. Sendo assim toda a Lei, inclusive o decálogo foi mudado. Vejamos em II Cor. 3:14: “Mas os seus sentidos foram endurecidos. Porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido (Abolir significa: “Revogar, anular, extinguir, suprimir”). Então surge a pergunta: Ficamos sem Lei? Podemos fazer o que quisermos? A resposta é: Negativo, não ficamos sem Lei, mas recebemos junto com o novo pacto uma lei mais tremenda e superior (Hb.8:6) do que algum Adventista jamais sonhou. Leiamos em Romanos capítulo 8:2
“Porque a Lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da Lei do pecado e da morte”. Romanos 8.2
Aleluia! A nossa nova Lei é a do Espírito de Vida, pois que anda no Espírito não entra em condenação (Rm.8:1), estamos na Graça – na Dispensação do Espírito Santo, leiamos: “Como não será de maior glória o ministério do Espírito”(IICor.3:8). Lá em romanos nos fala de uma lei, a do pecado e da morte (Rm.8:2), vejamos que lei é esta.
“O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da Letra (lei), mas do espírito; porque a letra(lei) mata e o espírito vivifica. E, se o ministério da morte, gravado em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, como não será maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para a glória, muito mais é em glória o que permanece”.
Então, de acordo com Paulo, qual era o ministério da morte? Paulo diz que era o gravado nas tábuas dada a Moisés, ou seja, o Apóstolo mais consagrado da Bíblia esta afirmando que a Lei dada no monte Sinai era o ministério da morte e transitório(passageiro). Por isso nos é deixado claro que a Graça é outra coisa, é a realidade da sombra. Vejamos:
“Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados (sabbaton, referindo-se ao sétimo dia), que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).
Aqui Paulo mostra que a Velha aliança era apenas uma sombra e nessa realidade nos vemos o Decálogo representado pelo quarto mandamento – E tudo isso era sombra de uma realidade bem mais elevada e espiritualizada.
QUAL É A REALIDADE DO SÁBADO?
Se o Sábado é uma sombra há uma realidade. Não quero fazer apologia do Domingo, que é certamente e literalmente tido como o dia do Senhor (Ap.1:10), mas precisamos entender a revelação. O texto de Colossenses nos afirma que as sombras do vrs.16 é Cristo e sendo assim concluímos que Cristo é a realidade do Sábado. Isso é tão verdade que o autor aos Hebreus o confirma:
“Porque nós, os que temos crido (em Cristo), entramos no repouso (Sábado ou descanso)… Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia”(Hb.4:1-4).
Ou seja, o autor aos hebreus está dizendo que o nosso descanso ou Sábado é Cristo Jesus, por isso o Senhor se declara Senhor do Sábado (Mt.12). A realidade sabática é viver em Cristo – o nosso descanso, e não ficar “legalistamente” guardando um dia, pois quem tem Jesus tem a realidade.
“Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).
Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os adventistas costumam argumentar que a palavra “Sábado” não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais. Sendo assim é difícil para os Adventistas sustentar a sua doutrina sabática, desde que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser tido como “sombra” ou símbolo preparatório de bênçãos espirituais e não dogmas legalistas (vrs.17).
A LEI DO VELHO PACTO ESTÁ VIVA E NÓS MORTOS
Vejamos isso:
“Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo tempo que vive… Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, afim de que demos fruto para Deus (Rm. 7:1,4)
“Ora, se já morremos com Cristo, cremos que com ele também viveremos (Rm.6:8).
Essa é a revelação, a Lei, o Velho Pacto estão vivos, mas somos nós que morremos com Ele pela fé e assim vivemos uma nova Dispensação. É tão simples que só não entende quem não quer entender. Não há necessidade de ficarmos supondo e supondo, e sim crermos no Apóstolo dos Gentios e aceitarmos a Graça de Deus. Se os “Sabalotras” querem guardar a Lei, nós não temos essa necessidade.
“…a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hb.7:12), no NT, para o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De fato, ele é também conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo gentio e judaico, a partir do pentecostes era a ressurreição de Jesus (At.2:32). O ressurgimento de Cristo era a comprovação de Deus, perante o mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a maldição da morte.
O sacrifício expiatório eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma nova época ou dispensação da Igreja (Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor(I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa (Mt.26:17-30; Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo concerto, pacto, aliança)”. A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar(Jo.19:30, Veja Levítico), o sacerdócio(arônico) (Êx.28), foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a ordem de Melquisedeque”(Hb.7) e fez com que cada crente se torna-se um sacerdote (Ap.1:5), também o quarto mandamento, dentre os dez, que pelo menos em parte tinha natureza cerimonial(Cl.2:16-17), deveria ser substituído por outro símbolo, mais apropriado à nova dispensação – O DOMINGO “Dia do Senhor”.
Os Dez Mandamentos e a Lei de Cristo o “grande” argumento adventista é que; “os dez mandamentos não foram abolidos, por terem sido escritos nas tábuas, e por isso devemos guardar o sábado que é o quarto mandamento”. A questão é tão complexa que não daria para explanarmos tudo neste breve compêndio, mas precisamos salientar dois pontos cruciais para que o leitor pense e tire suas conclusões:
• Os adventistas argumentam que os textos de Ex. 20 se encontravam escritos nas tábuas trazidas por Moisés (vejam a foto do livro “Reflexões Sobre o Sermão da Montanha, pág.45)”. Isso, embora pareça certo, não é a verdade e os adventistas bem o sabem. A verdade é que o relatado em Ex.20 e Dt. 5 sobre os 10 mandamentos (que nem são idênticos em seus relatos) não se encontravam nas tábuas que Moisés trouxera do monte, pois assim descreve a Bíblia:

“E ali esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites… e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as Dez palavras” (Ex.34:28 – ARA. Obs: A corrigida traz a frase dez mandamentos, mas no seu rodapé coloca uma nota informando ser dez palavras). A verdade bíblica é que os dez mandamentos, além de fazerem parte da Lei, pois “Lei Mosaica e Lei de Deus” são as mesmas coisas – “Sendo que só há um legislador” (Tg.4:12), não se encontrava como afirmam os adventistas. Estamos explicando tudo isso para que o leitor entenda que o argumento que o decálogo é imutável até mesmo por Jesus não tem fundamento. Acredito que o que está descrito em Ex.20 e Dt.5 foi uma interpretação das palavras escritas nas tábuas. Por isso Jesus, como filho de Deus e messias, podia trazer para os homens uma melhor e mais espiritual interpretação do decálogo – e assim o “Rei dos Reis” procedeu.
• Outro ponto é que toda vez que os Adventistas lêem “mandamentos” no NT eles associam a palavra com o decálogo e quem conhece a Palavra sabe que isso é uma inverdade. Veja o que o NT quer dizer quando fala de mandamentos: disse Jesus – “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”; “Aquele que tem os meus mandamentos” (João 14:15 e 21); “… relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo…” (At.1:1-2). Entendamos que os discípulos sabiam muito bem o decálogo e todo o mais da Lei, mas a Bíblia diz que Jesus deu novos mandamentos , mandamentos estes que estão implícitos em todo o NT para que por eles vivêssemos nesta Nova Aliança. A Nova Aliança tem uma Lei própria – A LEI DE CRISTO OU A LEI DO ESPÍRITO (Rm. 8:2; ICor.9:21; Gl.6:2; Rm.3:27). É por essa Lei e no cumprimento desses Mandamentos que nós vivemos e exercemos a graça de sermos verdadeiros Cristãos. Lembremo-nos da exortação paulina:
“Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco… De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes”
(Gl. 4:10-11; 5:4).

domingo, 22 de maio de 2011

15 Razões porque não posso ser Testemunha de Jeová

Os ensinamentos claros e cristalinos da Palavra de Deus não dão lugar a que se abrace as doutrinas dos Testemunhas de Jeová após um estudo bíblico completo. Os ensinamentos básicos dessa seita estão em conflito com as Escrituras. Quinze dos seus erros doutrinários excepcionais foram abaixo relacionados e constituem razões sólidas para que ninguém se filie aos Testemunhas se quiser continuar apegado a verdade divina. Eles não são fieis à Bíblia.

1. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DIVINDADE ABSOLUTA E SINGULAR DE JESUS CRISTO.

As Escrituras demonstram que o Senhor Jesus Cristo é Jeová:

Isaías 41:4, 44:6, e 48:12 declaram que o atributo de ser o "primeiro e último" pertence a Jeová somente. Apocalipse 1:7-8,11,17 e 22:13-14 apresentam Jesus Cristo com exatamente esse mesmo atributo, fazendo dEle, portanto, Jesus Cristo, o Jeová dessas passagens, e de todo o Velho Testamento.

Isaías 45:22-25 fala de uma adoração universal, que um dia toda a humanidade prestará a Jeová. Filipenses 2:9-11 aplica esta passagem de Isaías a Jesus Cristo.

Isaías 44:22-23 apresenta Jeová como Redentor. Efésios 1:7 estabelece Jesus Cristo como esse Redentor.

Em Isaías 45:24 e 54:17 Jeová é a nossa justiça. Em 1 Coríntios 1:30 Jesus Cristo é a nossa justiça.

Isaías 43:11 reserva a Jeová somente a obra da salvação do homem: "Fora de mim não há Salvador." Tito 2:13 ensina que Jesus Cristo é o Salvador, estabelecendo-O, portanto, como o Jeová de Isaías, capítulo 43.

O estudante honesto das Escrituras há de ler, estudar e comparar os versículos acima apresentados.
2. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM QUE JESUS CRISTO É UM SER CRIADO - SIMPLESMENTE UM OUTRO DEUS.

Este erro doutrinário foi criado pelos Testemunhas de Jeová através de sua estúria Tradução "Novo Mundo". que apresenta João 1:1 da seguinte maneira: "E o verbo era um deus". Isaías nega este erro enfaticamente em 43:10, 44:6 e 45:5,12, e prova que sua tradução de João 1:1 é ilegítima. Quatro vezes Jeová declara a impossibilidade de haver "um outro deus" ou "um deus" além dEle mesmo. Qualquer estudante honesto das Escrituras deve reconhecer a exclusividade única de Jeová.
3. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PERSONALIDADE E DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO.

Das muitas referências bíblicas que demonstram que isto não é verdade, João 16:13-14 é a principal. Oito vezes o Senhor Jesus se refere ao Espírito Santo usando o pronome pessoal masculino "ELE". A palavra grega "ESPÍRITO" é neutra mas o pronome empregado não é neutro mas masculino. Cristo estava teologicamente certo nisto, reconhecendo a personalidade do Espírito. Se o Espírito Santo não fosse uma pessoa, o pronome neutro é que seria usado e a gramática da passagem ficaria intacta. Jesus Cristo, o Filho de Deus, JAMAIS COMETEU UM ERRO.

Até a própria tradução "Novo Mundo" dos Testemunhas reconhece a personalidade do Espírito na tradução desses dois versículos. A divindade do Espírito Santo está claramente demonstrada nas referências abaixo que o estudante honesto deve estudar com todo o cuidado: Atos 5:3-4, 1 Coríntios 3:16, 2 Coríntios 13:14. Em 1 Coríntios 12:4-6 o Espírito Santo é chamado de Senhor, v. 5, e Deus, v. 6. Ao colocar Isaías 6:8-10 junto a Atos 28:25-27, toma-se evidente que o Deus de Isaías 6 é o Espírito Santo.
4. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DOUTRINA BÍBLICA DA TRINDADE.

Embora a verdade da Trindade seja considerada divertida pelos Testemunhas, ela não obstante constitui parte da revelação de Deus. O estudante da Bíblia descobre que há uma Pessoa nas Escrituras, conhecida como Pai, que é Deus, Efésios 1:2. Há uma outra Pessoa nas Escrituras, chamada de Filho, Jesus Cristo, e que é Deus, Tito 2:13. Há ainda uma outra Pessoa chamada de Espírito Santo, que é Deus também, Atos 5:3-4. A palavra grega theos, "Deus". foi usada em relação a todas essas três Pessoas, concedendo assim a mesma divindade a cada uma delas. O estudante cuidadoso também nota o fato da Trindade em, Isaías 48:17, 28:19, 2 Coríntios 13:14. A conclusão é simplesmente que há um só Deus manifesto nas três Pessoas conhecidas como Pai, Filho e Espírito Santo e, considerando que cada uma dessas Pessoas é Deus, elas são iguais.
5. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÀO FÍSICA E CORPORAL DE JESUS CRISTO.

A sua falsa doutrina declara: "O homem Jesus está morto, só o Seu espírito ressuscitou." O testemunho de Jesus Cristo é completamente diferente, Lucas 24:36-45. Mesmo um exame superficial do v. 39 desfaz qualquer dúvida referente à ressurreição corpórea. Tomé encontrou-se com o Cristo fisicamente ressuscitado, João 20:24-29, como também os outros discípulos que comeram peixe com Ele, João 21:12-14. Paulo testifica a ressurreição física de Jesus Cristo em 1 Coríntios 15:3-19. Os guardas junto à sepultura. os principais dos sacerdotes e o Sinédrio jamais teriam ficados, em Mateus 28:11,15, se "apenas o Seu espírito ressuscitasse".
6. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A VOLTA FÍSICA E VISÍVEL DE JESUS CRISTO.

Eles dizem: "Não devemos esperar que Ele torne a voltar como um ser humano". A volta fica mais adequadamente traduzida por presença e se refere à presença invisível do Senhor. Contrastando com isso, o estudante da Bíblia descobre que a verdade é que JESUS CRISTO VAI VOLTAR novamente, física e literalmente. Em Apocalipse 1:7, "todo o olho o verá". Em 1 Tessalonicenses 4:16-17, "o Senhor mesmo...descerá dos céus" E em Atos 1:10-11, "assim virá do modo como o vistes subir". O testemunho dessas passagens é irrefutável.
7. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PRESENÇA DO CRENTE COM CRISTO APÓS A MORTE.

De acordo com 2 Coríntios 5:8, Filipenses 1:21-24 e Lucas 16:20-22, o crente, imediatamente após a morte, passa para a presença de Cristo. O corpo fica no solo, João 11:11-14, aguardando a ressurreição, 1 Coríntios 15:20-23, enquanto a alma e o espírito, agora separados do corpo, Tiago 2:16, entram no céu.
8. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ REPROVAM A ESPERANÇA QUE O CRENTE TEM DE IR PARA O CÉU.

João 14:1-3, Filipenses 3:20-21, 1 Pedro 1:3-5 e Apocalipse 3:12 são apenas algumas das muitas passagens bíblicas que falam da "esperança viva" de estar com Cristo para sempre.
9. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A REALIDADE E ETERNIDADE DO CASTIGO FUTURO.

As Escrituras falam da realidade do inferno. O Senhor Jesus Cristo falou mais do inferno do que do céu e nos informou que o inferno é uma fornalha de fogo, Mateus 13:49-50, um lugar preparado para Satanás e os seus emissários, Mateus 25:41, de fogo que não se extingue, Marcos 9:42-48. Além disso, Ele insistiu no fato do inferno ser eterno. A palavra grega aionios, que traduz "aquilo que não tem fim". e que foi usada para descrever a vida eterna mencionada em João 3:16, e a eternidade de Deus em Romanos 16:26, foi deliberadamente usada por Cristo para descrever a duração do inferno, Mateus 18:8, e por João, em Apocalipse 14:11. Aionios não tem um significado duplo. Se ela quer dizer que Deus é eterno e a vida que o crente recebe é eterna, então deve significar que o inferno também é eterno.
10. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A SALVAÇÃO PERFEITA DA CRUZ DE CRISTO.

Sem qualquer justificativa bíblica, os Testemunhas ensinam que o Milênio, os mil anos do reino de Cristo na terra, proporcionará a toda a humanidade, desde Adão em adiante, que ressuscitará, uma oportunidade, sob condições favoráveis, de receber a salvação eterna. Onde encontrar um único versículo bíblico que apoie tal coisa? O Senhor Jesus Cristo comprou nossa salvação na Cruz, Romanos 3:21-26, e resta ao homem crer e ser salvo, Efésios 2:8-9 e Atos 16:30-31. A salvação é totalmente a parte de qualquer esforço humano, Romanos 3:27-28.
11. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM O PATRIOTISMO E A CONTINÊNCIA À BANDEIRA.

As Escrituras ordenam aos crentes a serem cidadãos leais. O estudante cuidadoso verá isto em Romanos 13:1-7, 1 Pedro 2:13-15 e Mateus 22:21.
12. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ESTÃO CONFUSOS QUANTO AOS 144.000.

Através de boas obras e esforço sincero um Testemunha de Jeová tem esperança de se tornar um membro do grupo dos 144.000. Nos dois capítulos em que foram mencionados os 144.000, Apocalipse 7 e 14, o estudante das Escrituras nota que os 144.000 são, realmente; Judeus das tribos, sem gentios entre eles, 7:4-8, são todos homens, 14:4, servirão durante a Grande Tribulação, 14:6-13, e não receberão a sua posição mediante obras mas serão designados por Deus, 7:3. Por mais que se force a imaginação. nenhuma interpretação bíblica aceitável pode garantir a essa seita gentia posição entre os 144.000.


13 -OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ USAM UMA TRADUÇÃO DETURPADA DA BÍBLIA.
Isso é o mais grave


A Tradução "Novo Mundo" das Escrituras Gregas Cristãs é uma tradução desajeitada do Novo Testamento, que não tem nenhuma reputação entre os mestres do grego. A tradução foi alterada para se encaixar na heresia. Por exemplo. a palavra allos. "outro". não aparece no texto grego de Colossenses 1:16-17, mas foi inserida quatro vezes em sua tradução para que Cristo apareça ser parte da criação e, desse modo, se encaixe em sua doutrina que afirma ser Ele um filho criado, um outro deus. "….porque por meio dEle todas as coisas foram criadas". Esta e dezenas de outras passagens tornam a tradução "Novo Mundo" em uma caricatura da Palavra de Deus


14 - OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ TEM UM SISTEMA DOUTRINÁRIO QUE SE BASEIA NAS INTERPRETAÇÕES DE CHARLES TAZE RUSSEL.

Em 1874. um camiseiro do Brooklyn, chamado Charles Taze Russel, anunciou que era dono da verdade. Em suas muitas obras Russel "não deixou quase nenhuma grande verdade ou doutrina fundamental não tocada com suas conclusões heréticas e injustificadas". Dr. Win. E. Biederwolf. Conforme um cuidadoso estudo pode revelar, as obras de Russel servem de base fundamental para a estrutura dos Testemunhas de Jeová. Atualmente os Testemunhas de Jeová estão seguindo as conclusões falidas de um patife que se divorciou de sua esposa, teve problemas com os tribunais e que enganou seus seguidores vendendo-lhes "trigo milagroso" a preço exorbitante, o qual ele proclamava que produzia 15 vezes mais do que o trigo comum.
15 -OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGLIGENCIAM A VASTA ÁREA DE VERDADES BÍBLICAS.

Uma análise cuidadosa dos diversos livros, panfletos, e revistas editados pela Torre de Vigia revela que apenas uma pequena porcentagem Bíblica foi por eles usada. Eles não citam mais de 7% das Escrituras, deixando o restante da Palavra de Deus não mencionada.
Eles não estudam a Bíblia como um todo mas alguns versículos isolados